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Câmara aprova PEC Emergencial autorizando mais de R$ 41 bilhões de gastos em ano período eleitoral. Apenas um deputado paraibano votou contra

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (12), em primeiro turno, o texto-base da PEC do Estado de Emergência (PEC 15/22). A proposta, que muda o que está proibido pela constituição em ano eleitoral, permite ao governo gastar por fora do teto de gastos mais R$ 41,25 bilhões até o fim do ano para aumentar benefícios sociais, conceder ajuda financeira a caminhoneiros e taxistas, ampliar a compra de alimentos para pessoas de baixa renda e diminuir tributos do etanol.

O texto-base aprovado é um substitutivo do relator, deputado Danilo Forte (União-CE). Foram 393 votos a favor a 14 contra. O Plenário da Câmara vai analisar nesta quarta-feira (13) os destaques apresentados pelos partidos na tentativa de retirar trechos do texto, para que possa ser votada em 2º turno.

Entre os deputados paraibanos, apenas o petista Frei Anastácio (PT) votou contra a PEC Eleitoral. Ele também foi o único parlamentar do PT a votar contra a medida. Já o deputado federal Pedro Cunha Lima se audentou da votação. Os parlamentares que são contra sustentam que a medida tem viés eleitoreiro e comprometerá as contas públicas no próximo ano.

Veja a lista dos parlamentares que votaram contra a PEC:

Adriana Ventura (Novo-SP)
Alexis Fonteyne (Novo-SP)
Felipe Rigoni (União-ES)
Frei Anastácio (PT-PB)
Gilson Marques (Novo-SC)
Guiga Peixoto (PSC-SP)
Joice Hasselmann (PSDB-SP)
Kim Kataguiri (União-SP)
Lucas González (Novo-MG)
Marcel van Hattem (Novo-RS)
Marcelo Calero (PSD-RJ)
Pedro Paulo (PSD-RJ)
Tiago Mitraud (Novo-MG)
Vinicius Poit (Novo-SP)

Clóvis Gaião

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