O presidente nacional do PL, Waldemar Costa Neto, em entrevista nesta segunda-feira (29), à CBN João Pessoa, disse que trabalha para trazer o senador Efraim Morais (União) para o PL para a disputa do governo do Estado em 2026.
Efraim Filho e o deputado federal Aguinaldo Ribeiro disputam o comando da Federação União Progressista na Paraíba e a fala de Waldemar sinaliza que o grupo Ribeiro poderá vencer essa disputa.
“Mesmo entendendo que ele também pode sair candidato pelo União Brasil e ser apoiado pelo PL, mas precisamos ter candidato a cargos majoritários, a Governador e Senador, pois não podemos ter num estado como a Paraíba, apenas um deputado federal. Estamos trabalhando para o partido crescer na Paraíba. As negociações estão avançadas. A vinda de Efraim mudaria o partido da água para o vinho”, destacou.
O dirigente destacou que o Marcelo Queiroga será o candidato prioritário do partido e a outra vaga está aberta para Efraim Filho trazer o seu candidato ao Senado. Ele também disse que o retorno de Nilvan Ferreira ao partido seria bem vindo e que os “aborrecimentos” ficaram para trás.
Sobre a disputa nacional, o presidente do PL disse que a prioridade nacional é lançar Jair Bolsonaro como candidato a presidente e defendeu que isso é possível. “Quem imaginava um ano antes da eleição de 2022 que Lula que estava preso seria candidato a presidente”.
Dirigente diz que Hugo Motta faz um excelente trabalho, mas é prejudicado por Alcolumbre
Waldemar também avaliou que o presidente da Cãmara, deputado Hugo Motta faz um mandato excelente, mas como a presidência do Congresso é exercida pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que não defende os parlamentares não respeitando a imunidade parlamentar, colocou o paraibano em uma situação difícil no caso da PEC da Blindagem. “Hugo é um excelente presidente e o PL foi o primeiro partido a declarar apoio a ele, um dos melhores quadros, mas ele enfrenta esses problemas por conta do Alcolumbre, que defende mais o STF do que o Congresso Nacional e a prerrogativa dos parlamentares.
Crédito da Foto: Brasil de Fato

