
A filiação do ex-governador Geraldo Alckmin ao PSB tem reflexos diretos na eleição para o governo do Estado. Cotado para ser o companheiro de chapa de Lula, Geraldo Alckmin exercerá uma forte e natural influencia no palanque Lula e João Azevêdo na Paraíba, afinal a direção nacional do partido aposta todas as suas fichas na reeleição de João Azevêdo, que está de volta as hostes Socialistas, partidoque foi eleito em 1º turno em 2018.
É claro que a perspectiva é Lula ter um palanque duplo na Paraíba: de um lado um grupo do PT fazendo aliança com o MDB de Veneziano Vital e do outro setores representativos do PT (com o deputado federal Frei Anastácio, o deputado estadual Anísio Maia e o prefeito de Picuí, Olivânio com João Azevêdo. A formação de um palanque duplo pró Lula na Paraíba já ocorreu em 2014 onde de um lado estava o candidato Vitalzinho (MDB), e do outro, Ricardo Coutinho (PSB). No final daz história Ricardo e Cássio Cunha Lima passaram para o 2º turno e Lula e Dilma subiram no palanque de Ricardo junto com o próprio MDB sacramentando a reeleição de Ricardo.
O cenário poderá se repetir e neste caso mais uma vez Lula evitaria vir a Paraíba no 1º turno ou se vier convidaria os dois grupos para o seu palanque. Lula, no alto da sua experiência política sabe que precisa angariar apoios tambem nas candidaturas de centro para suplantar um difícil embate eleitoral com quem está com a caneta bic na mão (Bolsonaro). A condução e desempenho nas pesquisas dos candidatos a governadores do MDB e do PSB serão fatores determinantes para o posicionamento ded Lula e o PT.
Lula e Alckmin sabem bem que é preciso uma união da esqurda com a centro direita de forma a fortalecer o projeto para conduzir esse novo processo de resgate da cidadania através do desenvolvimento econômico e social resgatando a democracia e o protagonismo do Brasil no mundo. João Azevêdo se posicionou correto no contexto nacional e os frutos dessa decisão começam a aparecer.
