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João Azevêdo classifica como “grande falácia e mentira” que Paraíba possui o maior ICMS do País

O candidato ao Senado João Azevêdo (PSB) rebateu críticas da oposição sobre um suposto aumento de impostos na Paraíba durante sabatina promovida pelo Sistema Arapuan.

Azevêdo classificou as críticas como uma grande falácia” e uma “mentira”, que, segundo ele, são utilizadas para justificar o discurso de seus adversários.

“A alíquota do ICMS da Paraíba está entre as menores do país. “No Nordeste, apenas três estados possuem uma alíquota semelhante à praticada na Paraíba que é de 20%. Os demais estados da região, trabalham com percentuais superiores.

Durante a sabatina, o candidato citou diferentes medidas adotadas pelo Governo da Paraíba que, segundo ele, contribuíram para reduzir ou aliviar a carga tributária em determinados setores.

João Azevêdo (PSB) afirmou que os R$ 4 bilhões em caixa deixados pela Paraíba representam recursos previstos no planejamento orçamentário do Estado, e não dinheiro disponível para gastos imediatos.

João Azevêdo destacou que o valor não significa que o Estado tenha dinheiro sobrando para gastar livremente. “Aqueles 4 bilhões não é dinheiro sobrando, é dinheiro com previsão orçamentária a ser utilizado dentro de um planejamento que o Estado fez”, afirmou.

Questionado sobre uma declaração do então secretário Marialvo Laureano sobre o saldo financeiro da Paraíba, João Azevêdo explicou que é necessário compreender o funcionamento da gestão pública e do planejamento orçamentário para interpretar o valor.“É preciso entender minimamente do que é gestão pública pra compreender o que é que significa aquele número”, disse.

Segundo o candidato, a Paraíba estava entre os estados mais organizados financeiramente do país. Ele citou o Paraná, com R$ 9 bilhões em caixa, seguido por São Paulo, com aproximadamente R$ 5,5 bilhões, e a Paraíba, com R$ 4 bilhões.

Recursos garantem pagamentos e investimentos

De acordo com o candidato, o saldo financeiro é utilizado para garantir pagamentos e honrar investimentos previstos, incluindo licitações, obras, fornecedores e despesas com pessoal.

João explicou que a folha de pagamento do Estado chega a aproximadamente R$ 800 milhões, considerando salários e demais despesas relacionadas aos servidores.Entre as ações mencionadas estão a compensação de precatórios, a redução de impostos sobre o gás natural e o álcool anidro, além da isenção do ICMS para o transporte intermunicipal.

Clóvis Gaião

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