
Informações que circulam nos bastidores da política nacional são de que o deputado federal reeleito Aguinaldo Ribeiro (PP) poderá ser alçado ao cargo de presidente nacional do Partido Progressistas (PP), legenda a qual é filiado e, Daniella (PSD), ao cargo de vice-presidente do Senado.
O deputado federal reeleito Aguinaldo Ribeiro e a senadora Daniela Ribeiro, cujo filho foi eleito vice-governador da Paraíba acertaram na articulação e saíram fortalecidos nacionalmente e estadualmente.
Aguinaldo e Daniella, apoiados em seus respectivos modos de trabalho discreto, porém, muito ativos nos bastidores do poder, alcançaram, ao longo deste ano, objetivos importantíssimos no meio político, tanto que, Aguinaldo não apenas foi reeleito, mas, também, foi o segundo nome mais votado em todo o Estado da Paraíba, força esta que o transformou em impulsionador importante para a reeleição do governador João Azevêdo (PSB) e de outros nomes do PP na Paraíba.
Por outro lado, Daniella conseguiu, em um momento estratégico, o comando estadual do PSD e, em muito, contribuiu para a eleição do próprio filho, Lucas Ribeiro (PP) como vice-governador do Estado. Apesar do PP nacionalmente compor com o presidente Jair Bolsoraro, os irmãos preferiram focar na eleição estadual, mas o vice-governador eleito Lucas Ribeiro defendeu o nome de Lula e Aguinaldo manteve interlocução com a campanha do Petista.
O histórico de força e articulações certeiras já repercutem muito bem pelos corredores políticos em Brasília. Aguinaldo também foi ministro e líder do partido no governo Dilma Rousseff.
Quem cairia?
No PP, o atual presidente nacional, Ciro Nogueira, amarga um momento péssimo na carreira política, tanto que não conseguiu eleger nenhum nome a quem apoiou nas Eleições 2022, nem mesmo o da própria mulher, Iracema Portela, que era vice na chapa ao Governo do Estado que foi derrotada no Piauí. Ministro da Casa Civil do governo Bolsonaro a derrota na disputa presidencial também fragiliza Ciro Nogueira.
Já no Senado, o atual vice, Veneziano Vital do Rêgo (MDB), também paraibano, apostou todas as fichas em escolhas e alianças equivocadas nas Eleições 2022 e, sequer, alcançou a terceira colocação na disputa, fato que o deixou em ‘lençóis’ complicados no que se refere ao ambiente político, tanto que seu nome, de acordo com informações de bastidores, não passa pela possibilidade de reeleição ao cargo na próxima legislatura.

